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10.5.08

Aulas de árabe em Dubai



Então você realmente quer aprender árabe em Dubai? Está bem, está bem, segue então uma dica do Sr. Nelson Lomba sobre curso de árabe em Dubai:


Oi, Luis.

O instituto se chama ETON e fica em knowledge Village.

O curso para iniciantes é de 30 horas e custa 1200 dirhams (incluindo o material didático – 1 livro e alguns CDs).

Há uma turma aos domingos e terças, e uma outra às segundas e quartas. As aulas comecam às 19:30 e terminam às 21:00hs. Ate agora eu só fiz uma aula, que foi bem legal. O nome da professora é Saly. Ela e egípcia e dá as aulas em inglês. O inglês dela tambem é muito bom.

O site do curso é http://www.eton.ac/index.php

Eles também têm um curso de árabe intensivo. Tem um amigo que está fazendo, são 5 dias por semana.

Abraços,

Nelson


É isso aí. Vale lembrar que a garota bonita da página não está inclusa no curso.

Nelson Lomba é especialista em "Arcaísmo Contemporâneo" e ganha a vida dando palestras e consultorias em Dubai. Com a fortuna que já fez, já comprou o seu Rolex em Karama, colaborando assim para o fim do desemprego infantil na China, e agora esbanja luxo pelas ruas de Dubai.

Grande dica, seu Nelson!

Abraço de sheik.

14.4.08

Mais blogs em português

Acabo de adicionar mais dois blogs aos links ao lado: O maior blog do mundo, mantido pelo Leo, e Dubai louco, heim? (ex-Bahrein louco, heim?), mantido pelo Rafael, ambos atuando na área de publicidade por aqui.

Profissões e trajetórias distintas, mostrando um pouco o dia-a-dia de quem não é sheik e ocupa o tempo com outras coisas além de iates, 15 concumbinas e torturas de escravos assalariados (maiores de idade e com carteira assinada!). Lendo esses blogs, cheguei à conclusão que essa história de ser sheik é um troço muuuito sem graça... enfim, quem mandou escolher engenharia como hobby? Se arrependimento matasse...

21.3.08

As tais coincidências

Vamos começar pelo começo, pois nenhuma coincidência vem sozinha: uma é sempre o começo de outra, como um quebra-cabeça que se encaixa com o tempo dando respaldo às tais teorias cauvinistas sobre o destino humano.

Já estaria tudo escrito? Sinceramente, não sei. Há muitos coisa a se considerar até chegarmos a este ponto: deus (com d maíusculo) existe? Se sim, seria ele alfabetizado? Teria ele uma caneta e papel à disposição? Teria ele alguns bilhões de folhas de papel para escrever o destino de cada um? Teria ele tido tempo para escrever e inventar tanta história? Isso é muito complexo, então vamos a certas coincidências que ainda não estão escritas e que talvez não interessem a você leitor, porque estas coincidências são só minhas.

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1. Delhi, Indira Gandhi Airport - isso foi em abril de 2007: estava eu na fila da alfândega quando alguma coisa me chama a atenção na moça a minha frente: uma bolsa de uma marca brasileira.

- Você é brasileira, é?
- Siiiiiiiiiiiiiiiiimmmm!!!!

Era a Ana Luiza, que estava já há alguns meses viajando pela região. "Você é o primeiro brasileiro que encontro nesses meses".



Eu voltei pra Dubai, ela foi para a Tailândia.

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2. Shamaal - eis que participo lá em novembro de uma competição de caiaque... no meio do caminho, emparelho com uma moça, uma norte-americana, que ia no mesmo ritmo que o meu. Era a Julia. Fomos juntos até o momento em que eu desisti das ondas e da competição.

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3. Confraternização - após a prova, houve uma confraternização no Barasti. E lá fui eu bater um papo com a tal Julia. Conversa vai, conversa vem, ela me apresenta um mulherão, digo, uma mulher alta e forte, dessas que batem no marido. Mas o que me marcou foi o fato de seu nome ser Julie, parecido com Julia. Moça triatleta, fundadora de um clube de Triathlon em Dubai.

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4. Mudança de casa - no dia seguinte da prova, o Pete, sul-africano que ocupava um dos quartos da casa e que me obrigou a participar do Shamaal, mudou-se para um quarto na casa vizinha. E mal ele sai, já chega a nova moradora: um mulherão, digo, uma mulher alta e forte: a própria Julie, que havia conhecido justamente no dia anterior. E se não fosse um doce de pessoa, eu juraria que ela bateria no marido que não tem.

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5. Caiaques e Art Dubai - e assim, Julie muda-se para a casa, e traz para o jardim o seu caiaque que possui meio-a-meio com Julia, a norte-americana do Shamaal. Assim, Julie passa a ser companheira de eventuais investidas ao mar... mas hoje eu acordei tarde e só deu tempo de ajudá-la, ainda de pijama, a colocar o caiaque dentro de casa, às 9h da madrugada. Conversa vai, conversa vem, ela comenta que, por ser professora na American University, tinha um convite sobrando para o Art Dubai. Eu aceitei. E avisou: "essa noite vai haver uma festa lá em Bastakia... meus alunos vão tocar na vila 111".

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6. Bastakia - e lá vou eu para a Vila 111. Coincidência ou não, o Chris de casa também iria à festa: um amigo dele iria tocar lá. Então, lá fomos nós. Festa comportada, mas com um quê de inusitada: underground. Sim! Músicos improvisando, dois rapazes improvisando imagens, um em um telão, outro em uma TV de plasma. Nenhuma música pre-definida, nenhuma música que toca na rádio, nenhuma logomarca. Ninguém na porta dizendo: "Couples only". Enfim, vida como ela é. Senti uma ar fresco que não sentia há muito tempo, desde as noites paulistanas em algum canto da Rua Augusta ou Paraíso ou Vila Madalena, desde os tempos de Unicamp: reunião de jovens artistas que se unem para fazer algo diferente. E fazem...

... uma menina pára ao meu lado. Ela fala uma língua esquisita com a amiga - chochénchohhh - deve ser iraniana, pelo formato do rosto eu sei. É. Mas eu não vou puxar conversa com mulher porque em Dubai isso é ofensa capital. Já pensou? Hómi falá com mulé? Que feio!

O Chris lá da outra ponta me chama e apresenta o amigo e a namorada iraniana. Logo vem a outra - chochénchohhh - era a irmã:

- Nice to meet you!
- Where are you from?
- Iran!
- Oh! Noruz Mubarak!
- Thank you! And where are you from? What is your name?
- Brasil! Luis...
- Hey... funny! Your name is the same of a girl I met few days ago in India... a Brazilian girl...

É claro que a moça encontrou uma brasileira na Índia. De 180 milhões, pelo menos uma vai estar perdido na Índia...

- HEY! Can you repeat your name? She said I would meet a guy called Luís in Dubai!!!

É. Aí eu tenho que concordar que isso sim é meio coincidência... a Sara, a iraniana, passou um mês em um Achram na Índia fazendo um curso de ioga, onde encontrou com a Ana Luisa, que continua viajando... acabei de enviar para ela a foto abaixo:



A Sara, a menina da foto acima, é fotógrafa em Dubai, e como uma boa iraniana, lê muito e - por conseqüência? - escreve bastante. Escreve poesias (tradição persa?) e já publicou 2 livros em farsi. Desistiu de publicar o terceiro (que está pronto) após ter problemas com o governo de seu país por conta dos 2 primeiros...

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7. Hora de ir embora - Bom, já é muita informação para minha cabeça, vou embora. Até porque este é o sétimo tópico, número cabalístico que dá um tom mais convincente ao falarmos de coincidências. Mas antes de sair, peguei um exemplar de cada catálogo disponível na mesa de entrada. Abro um deles: "How I bought myself a diamond - Terminal Degree at the American University in Dubai". Vou folheando e encontro lá o nome da Julia (a do caiaque) e logo em seguida um nome familiar: Marcelo Lima. Mas isso nem é coincidência, mas curiosidade.

Olha só que bacana: um brasileiro professor de desenho, pintura e história da arte na American University, e editor do newsletter PANOPTIKON sobre cultura visual contemporânea.

Uau, agradáveis surpresas. Jamais imaginei que esse tipo de coisa existia em Dubai também. E agora eu vou dormir, porque já são 4:18h e eu tinha prometido que ia acordar cedo para andar de caiaque...

15.12.07

Haj


E o sr. Hany (não confundir com Honey) tirou folga para realizar a peregrinação à Meca a Haj. A Haj, assim como o jejum durante o Ramadã, é um dos 5 pilares do Islamismo.

Interessante notar como estes aspectos religiosos afetam relações sociais e instituições. Na véspera de sua partida, muitos colegas de trabalho vieram cumprimentá-lo e parabenizá-lo: a Haj é um evento importante na vida de um muçulmano, um rito de passagem, como o casamento. Aqui, as empresas são obrigadas por lei a possuírem em seus estatutos a folga para o Haj para seus funcionários muçulmanos que ainda não a realizaram. Em geral, o funcionário muçulmano com mais de 1 ano de casa tem direito a até 21 dias de folga para tal fim, não emendáveis com as férias anuais (achou estranho? E você acha normal um país como o Brasil parar por um feriado religioso?).

Mas a Haj não é algo tão simples assim, colocar uma mochila e ir à Meca. Com a expansão do Islã pelo mundo, definiu-se algumas regras para impedir um colapso demográfico na Arábia Saudita:

- em Meca, só é permitida a entrada de muçulmanos;
- para realizar o Haj, é necessário realizar uma reserva com antecipação. Dizem que existe uma taxa a ser paga, de 4.000 dólares;
- implementação de cotas por países;

Sorte da Arábia Saudita, que recebe em seu território um turismo permanente. Por esta mesma razão, penso que dificilmente a Arábia Saudita se tornará um Estado laico algum dia.

Uma regra curiosa é que, caso o fiel não tenha recursos para realizá-la, Deus automaticamente o dispensa;

A peregrinação não é apenas uma visita turística à Meca, mas todo um ritual de vestimentas, orações e visitas aos locais considerados sagrados em uma determinada ordem. É sempre realizada nesta época do ano e o seu final é marcado por um feriado de 3 dias, o Eid Al Adha, que neste ano quase coincide com o feriado de Natal, caindo nesta semana, entre 18 e 20 de dezembro.

Curiosidade: é possível encontrar em Dubai algumas imagens do Sheik Zayed vestido apenas de um pano branco em torno do corpo. Ao que tudo indica, uma representação de sua Haj.

11.12.07

Este usa ROLEX


E um cirurgião plástico brasileiro ganhou destaque por aqui, saindo em uma entrevista de uma página na revista semanal TimeOut de Dubai (e você, leitor ufanista, suspira de orgulho no seu barraco desmoronado pelo terremoto!).

Não vou fazer uma lipoaspiração, mas gostei da entrevista. Ele dá um recado para os brasucas que lhe mandam e-mails pedindo emprego:


Eu recebo cerca de 300 e-mails por ano em média de cirurgiões plásticos brasileiros. (...) É um novo mercado para eles; eles pensam que as ruas aqui são pavimentadas com ouro.
(...)
É difícil saber o quão bons eles realmente são. Apenas aqueles pertencentes a sociedades internacionais é que se pode confiar (...)


Parabéns para o brasileiro que faz sucesso em Dubai. É por essas e outras que este post vai para a sessão "Dubai High Society".

É isso aí.

23.11.07

Sheik para as crianças




E a comunidade infantil em Dubai não pára de crescer. Desta forma, ciente do seu dever a cumprir com a pátria e com as criancinhas, o sheik lança agora uma nova sessão, "Sheik para as crianças", onde ele ensina as novas gerações a sobreviver no paraíso dos endinheirados em tempos de aquecimento global.

Cada estória é uma releitura de famosos e consagrados contos infantis, terminando sempre com uma MORAL DA ESTÓRIA.

E com vocês, uma foto da Lara. É isso aí.

14.11.07

Dubai High Society

E este é o Sidney Taju, rodeado de duas beldades no Barasti, uma meio-polonesa-meio-o quê?, a outra, armênia.

O camarada lia o blog lá em Maputo, Moçambique e agora está de férias, curtindo o Rock'n'roll em Dubai.

Isso é Dubai Futebol Clube: onde há Rock'n'Roll, não há fronteiras.

***

Depois de tanta bobagem, o sheik vai dormir. Massalama!

13.11.07

Endinheirados

E a mídia disse: Dubai é o paraíso de arquitetos e endinheirados.

Paraíso a 50 graus no verão... está mais para purgatório, não? Mas enfim, se a mídia falou quem sou em para duvidar?

Resolvi então descobrir a VERDADE sobre Dubai junto aos ENDINHEIRADOS que aqui moram. Vejam o que este egípcio tem a dizer:


Ah, leitor ignorante... não entendeu o que ele falou? Mas tudo bem, o egípcio teve compaixão de você.
Porque os egípcios são endinheirados.
Os egípcios falam vários idiomas.
Os egípcios têm a força da grana que ergue e destrói coisas belas.
Um egípcio marcava gol na Princesa Diana.
Enfim, os egípcios são F*DAS.

Por essas e outras, está aqui um presente do egípcio Hussein, mais um endinheirado que mora em Dubai, falando a sua língua:

22.10.07

Aspire Academy

E por falar em criancinhas raquíticas com ranho no nariz treinando para maratona, quem marca presença constante aqui nos comerciais de TV é o senhor Pelé.

Pelé é garoto-propaganda da Aspire Academy, um centro esportivo de excelência localizado aqui ao lado, no Qatar.

Você pode ver o vídeo do Rei Pelé falando inglês (um luxo) clicando aqui em seguida, selecionando a aba "TV commercials". Você já vai ver o homem sorrindo. E de quebra, ainda vê uma propaganda com o Ronaldinho.

1.7.07

Well done!


E no mesmo dia que a empresa comemora a marca de 500 mil clientes (considerando a população local de 5 milhões e a penetração do celular já a 100% antes mesmo do início da operação, nada mal), faz também exatamente um ano que o seu Miguel, entre idas e vindas à Terrinha-Pá-Fuôdass, também conhecida como Fafe, aportou por aqui pela primeira vez.

Na primeira vez que saiu do aeroporto, 40 graus à noite, perguntou a si mesmo como alguém poderia ser feliz neste lugar. Um ano depois, ele até sorri para a foto. Um autêntico trabalhador, sempre ciente do dever a cumprir com a pátria e com os investidores.


Well done!

3.6.07

Futebol e respeito

E os jogadores brasileiros são conhecidos e respeitados pela mídia e pela população local.

Falo pelo que vi: certa vez, um grupo grande de brasileiros combinou de se encontrar na entrada do Buddha Bar, na Marina. Cheguei atrasado e fui para o fim da fila. Seria desagradável furar fila: eles já estavam lá no comecinho, ao lado do segurança. Aí o Rodrigo, fisioterapeuta do mesmo time, veio me buscar, sob compreensíveis olhares reprovadores do resto da enorme fila.

O segurança olhou pra mim, aí olhou para o grupo, olhou de novo... falou com outro segurança. Pronto - pensei - vou ser expulso. Ele olha para um rapaz do grupo e dispara:

- Você não é Anderson, jogador do Al Wasl?
- Sim, sou eu.
- Por favor, não precisa ficar na fila não! Pode entrar!

O segurança abriu caminho e lá foi todo o grupo, cortando o resto de fila que restava. Isso é Dubai: Dubai High Society... Dubai Futebol Clube. Ehehehe.

20.5.07

Car cleaner



A máquina se aproxima do rapaz vestido de amarelo indicano uma vaga vazia para estacionar chacoalhando uma toalha molhada. Ele espera pacientemente para então sorrir:

- Good evening sir. Wash it?
- How much?
- 10 dirhams, sir...
- Ok.
- Sir... you pay now...

Carteira vazia. Hora de procurar um caixa automático e tomar um café para trocar o dinheiro (preço do café: 12 dirhams). De volta ao estacionamento, o rapaz está quase terminando a tarefa:

- What's your name?
- Manyar
- From...
- Bangladesh! Bangladesh, sir.
- And what about your family, is here or there?
- Sorry?!

Mantenha as coisas simples. Ninguém é obrigado a falar um idioma alienígena, especialmente quando não se é pago para isso.

- Family. You, family?
- Mama... papa... - ele aponta com os dedos o céu.
- So only you?

A mão direita mostra 2 dedos enquanto a esquerda está espalmada paralela ao chão abaixo de sua cintura:

- Two! Two boys, sir.
- Here?
- No! Bangladesh. - agora ele aponta para algum lugar fora do estacionamento.
- How much per month?
- Six! Six, sir.
- Hundreds?
- Yes.
- Money, family?
- Yes!
- How much?
- Two! Two, sir.
- Hundreds?
- Yes! Yes sir.

Hora de secar o pedaço de metal. Ele pega outra toalha e anda freneticamente em torno do carro. Sobe no pneu e seca o teto.

- Ok, sir. Finished.

Ele pega o dinheiro e agradece orgulhosamente: este é seu trabalho, e ele o realiza de maneira justa. Alguns metros à frente outra pessoa chega com uma máquina imunda enquanto ele indica outra vaga livre chacoalhando sua toalha no ar:

- Here! here, sir.

The machine gets closer to the yellow-dressed guy indicating an empty place to park shaking a damp towel. He stands by patiently to then smile:

- Good evening sir. Wash it?
- How much?
- 10 dirhams, sir...
- Ok.
- Sir... you pay now...

Empty wallet. Time to search a ATM and have a coffee to exchange the money (coffee price: 12 dirhams). Back to the parking area the guy is almost finishing the task:

- What's your name?
- Manyar
- From...
- Bangladesh! Bangladesh, sir.
- And what about your family, is here or there?
- Sorry?!

Keep it simple. Nobody is obliged to speak perfectly an alien idiom, especially when you are not payed for that.

- Family. You, family?
- Mama? Papa? - he points with his finger the sky.
- So only you?

The right hand shows 2 fingers while the left one is streched parallel to the ground below his waist:

- Two! Two boys, sir.
- Here?
- No! Bangladesh. - now he points somewhere outside the parking area.
- How much per month?
- Six! Six, sir.
- Hundreds?
- Yes.
- Money, family?
- Yes!
- How much?
- Two! Two, sir.
- Hundreds?
- Yes! Yes sir.

Time to dry the piece of metal. He takes another towel and goes frantically around the car. He step on the tyre and dries the roof.

- Ok, sir. Finished.

He takes the money and thanks proudly: this is his job, and he performs it fairly enough. Few meters ahead another one comes with a dirty machine while he indicates another empty place shaking his towel in the air:

- Here! here, sir.


14.5.07

Los mariaches


Los mariaches Daniel, ex-sheik Luís, y Giuliano Ghisi, en el restaurante Maria Bonita, en Umm Suqeim 1, Dubai.

Daniel, es de hermano de Jane, que está en Praga. Daniel es un sueñador: sueña en vuelver a Brasil en una embarcación construyda por él mismo. Entonces está acá en DryDocks a realizar su sueño mayor, y habla un poquito de los detalles de su plano mirabolante entre una tapa y otra: está construyendo una embarcación que lo llevará a Brasil mientras procesa petroleo por el camiño para ganar unas platitas más. Genial.

Ayayay!!!!

Arriiiiiiba!!!!

11.5.07

Farewell Party


Pouca gente apareceu na festa de despedida. Mas eu também não convidei muita gente. Tudo bem.

***

Not so much people came to the farewell party. But in fact, I didn't invite too much people. That's ok.

3.5.07

His Highness the Maharaja



Este é um momento importantíssimo na vida deste blog: chegamos à impressionante marca de 500 posts!

E este momento de júbilo e festa vai dedicado a sua alteza sr. Ashwin Vyas, que aparece na foto acima. Marajá em sua terra natal, trabalha por esporte com IT nas horas vagas em Dubai.

Trabalhava: a partir da semana que vem, ele já estará de volta à Mumbai, onde será aclamado por multidões do alto de um de seus muitos elefantes.

Boa sorte!
This is a very important moment in the life of this blog: we arrived the impressive mark of 500 posts!

And this moment of joy and happiness is dedicated to his highness Mr. Ashwin Vyas, that appears in the photo above. Maharaja at home, he works with IT as a hobby in his spare time in Dubai.

Worked: from next week, he will be back to Mumbai, where he will be acclaimed by crowds from the top of one of his several elephants.

Good luck!

28.4.07

Male threat

Ladies, take care: these dangerous animals hunt in pack.


Eduardo, Driss, Norman and Pankaj.



Luis, Driss, Norman and Pankaj.

31.3.07

Dubai High Society


Do Thali, please!


Este é o Pankash, engenheiro civil de Delhi que já está há pouco mais de um ano em Dubai.

5.3.07

Dubai High Society


O eslovaco Michael & Niemeyer: "Este foi meu primeiro livro de arquitetura. Depois que o li é que decidi seguir a carreira."

28.2.07

Despedidas



E lá se vai o sr. Miguelito, diretamente de Dubai para Fafe, lá na Terrinha, pá.

Quando voltar, não se esqueças de trazer um vinho, ó pá.

24.2.07

Dubai Ultra Mega High Society



Esse é o sr. Flávio, há 4 anos embaixador do Brasil aqui nos Emirados Árabes.

Embaixadores sabidamente gostam de tirar fotos ao lado dos sheiks, então resolvi abrir uma exceção e aceitei sair nessa foto.